5 casos macabros de crianças assassinas

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Por AE Brasil el 03 de November de 2022 a las 20:49 HS
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É assustador pensar que o instinto assassino pode se manifestar tão cedo nos seres humanos. Histórias de crianças assassinas são mais comuns do que a gente imagina e alguns casos se sobressaem pela crueldade com que são praticados.


Conheça a seguir cinco casos de crianças assassinas que provavelmente irão tirar seu sono por algumas semanas:  

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Jesse Pomeroy, 11 anos

Aos 11 anos, Jesse já era um assassino em série. Ele atraía meninos mais novos para o meio da floresta e lá os espancava e esfaqueava até a morte. Por vezes mutilava suas vítimas. Conforme seus pais iam mudando de cidade, os crimes continuavam a acontecer. Em 1874, aos 14, foi preso condenado à morte pelo assassinato de uma menina de 10 anos. A sentença foi revertida para prisão perpétua numa cela solitária. E assim ele permaneceu por 43 anos, até receber a permissão de ter contato com pessoas novamente. Em 1929, mais de meio século depois de ser preso, foi transferido para um hospital psiquiátrico, onde morreu cinco anos mais tarde. 

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Mary Bell, 11 anos

Aos 11 anos, a inglesa Mary Bell já tinha duas mortes no currículo: o de Martin Brown, de 4 anos e o de Brian Howe, de 3. A história da assassina é brutal: a mãe, prostituta, obrigava a filha, então com 4 anos de idade, a ter relações sexuais com homens mais velhos. Depois de cumprir pena de 12 anos na cadeia, Mary foi liberada em 1980 e assumiu um novo nome. Aos 27 teve uma filha. 

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Jon Venables e Robert Thompson, 10 anos

Em 1993, Jon Venables e Robert Thompson levaram o pequeno James Bulger, de apenas dois anos, a uma área remota de trilhos na cidade de Bootle, Inglaterra, e começaram a torturá-lo. 


Eles jogaram tinta nos olhos da criança, chutaram-no, espancaram-no, atiraram pedras e tijolos e, por fim, bateram no garoto com uma placa de ferro de mais de 10 kg até afundar seu crânio. Mais tarde o corpo acabou partido ao meio por um trem.  


A perícia afirmou que os ferimentos eram tantos que era impossível identificar apenas uma causa da morte. Os assassinos foram condenados a 15 anos na cadeia cada um. A sentença acabou revogada e ambos acabaram sendo liberados oito anos mais tarde. Jon acabou sendo preso outras vezes por pedofilia. 

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Eric Smith, 13 anos

Depois de sofrer com bullying por usar óculos e ser ruivo, Eric resolveu destilar sua fúria no pequeno Derrick Robie, de apenas 4 anos. Ele estavam a caminho de um acampamento de verão quando Eric o encontrou e o levou para a floresta. Lá, estrangulou e matou usando uma pedra e depois sodomizou o corpo com um galho de árvore. 


Depois de confessar o assassinato, Eric foi condenado à prisão perpétua. Pedidos para mudar sua sentença têm sido negados continuamente. O que chocou a opinião pública durante seu julgamento – e depois dele – foi a incapacidade do assassino em demonstrar qualquer tipo de emoção. 

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Alyssa Bustamante, 15 anos

Alyssa convenceu sua vizinha de nove anos, Elizabeth Olten, a acompanhá-la até uma área isolada perto de onde moravam, no estado do Missouri. Lá, estrangulou e na sequência cortou o pescoço e os pulsos da menina. Logo depois enterrou o corpo numa cova rasa. 


Os relatos encontrados no diário de Ayyssa são assustadores: “Foi incrível [sobre o assassinato]. Assim que você supera o sentimento de culpa, é muito bom. Estou um pouco nervosa e trêmula até agora”. 


Alyssa foi condenada e julgada como adulta e pegou prisão perpétua. 

 

Não perca o documentário CRIANÇAS QUE MATAM. Estreia quarta, 21 de junho, às 22h20.

 

 


Fontes: NY Daily News e Mirror
Imagens:

Jesse Pomeroy – Domínio público (autor desconhecido)
Mary Bell – YouTube/Reprodução
Jon Venables e Robert Thompson – YouTube/Reprodução
Eric Smith – Twitter/Reprodução
Alyssa Bustamante – Muderpedia.org