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"Ataque sônico” à embaixada dos EUA em Cuba era apenas som de grilos

No final de 2016, um grupo de diplomatas dos Estados Unidos se viram obrigados a abandonar a embaixada do país em Havana, Cuba. O motivo: um som de alta frequência que os causava dores nos ouvidos, enjoo e confusão mental. 

Naquele momento, pensava-se que se tratava de um ataque sônico contra a embaixada, e Washington decidiu retirar metade de seu pessoal. Em represália, além disso, expulsou diplomatas cubanos de seu território.

No entanto, um recente estudo derrubou a teoria do ataque sônico e propõe uma resposta radicalmente diferente e extraordinária: não foi um ataque sônico, mas o som gerado por uma espécie de grilo.

Os biólogos Alexander Stubbs e Fernando Montealegre-Zapata compararam a gravação do suposto ataque com uma base de dados de insetos da América do Norte e descobriram que o som da embaixada coincidia com o som do Anurogryllus celerinictus, um grilo muito comum na região do Caribe. No entanto, nem todos estão de acordo. Outros cientistas consideraram suspeito que nenhum cubano tenha reportado os mesmos sintomas. 

Ainda que o governo dos Estados Unidos à época não tenha acusado formalmente Cuba pelo suposto ataque, o atual presidente, Trump, responsabilizou o governo cubano por não proteger suficientemente seus diplomatas. 


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Fonte: Infobae | Imagem:  U.S. Embassy in Cuba