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Inteligência artificial será usada para detectar migrações suspeitas

Era o ano de 450 a.C. e o rei Artaxerxes, da antiga Pérsia, outorgava permissão a um dos seus súditos para viajar a Judá. Essa “permissão” era uma “carta aos governadores”, que autorizava o oficial Nehemías a cruzar a fronteira e percorrer a antiga cidade. Esse seria o primeiro antecedente histórico do passaporte. 

Nos dias atuais, e sob o novo paradigma da inteligência artificial e reconhecimento facial, os governos que formam a União Europeia decidiram empregar essas tecnologias para detectar possíveis migrantes com comportamentos duvidosos. 

O sistema, denominado Sistema de Controle de Fronteiras Portátil e Inteligente, ou iBorderctrl, detecta até 38 expressões faciais que possam sugerir que o viajante está mentindo. Além disso, compara dados de seu passaporte e comprova se é verdadeiro ou não.  

Em nível biométrico, o sistema captura as impressões digitais, escaneia as veias e artérias da palma da mão dos viajantes e, assim, auxilia o agente fronteiriço em tempo real. 

O iBorderctrl tem uma confiabilidade de 76% com relação à detecção de mentiras. Seus criadores querem elevar essa porcentagem a 85%, assim que o algoritmo for aplicado em situações reais e com grupos maiores de pessoas. 

 

Três irmãs que escaparam de um culto polígamo contam sua experiências. FILHAS DA POLIGAMIA - Quinta, 16h30


Fonte: Clarín