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Menina de 11 anos hackeia sistema eleitoral dos EUA em questão de minutos

Entre os hobbies de alguns dessas crianças estão vídeo-games, livros, mangás e, de vez em quando, hackear a infraestrutura por trás do poderoso governo dos Estados Unidos. 

“Vou mudar os votos de Donald Trump para que ele tenha menos votos”, diz Bianca Lewis, de 11 anos. 

Para sorte de Trump, Bianca estava hackeando uma cópia do sistema eleitoral dos EUA, não o original. 

Ela participava de uma competição criada por uma organização não-governamental que promove o “hackeamento para o bem”. 

No evento, que dura um dia inteiro, 39 crianças e jovens, com idades entre 8 e 17 anos, recebem desafios tecnológicos. Do total, 35 conseguiu transpor as primeiras barreiras do sistema americano de eleição. 

A primeira competidora a furar o sistema foi Audrey Jones, de apenas 11 anos. Ela só precisou de 10 minutos. 

“Os problemas no código permitem a gente fazer o que quiser”, explica. 

A ideia é mostrar ao mundo que o sistema de votação americano é tão inseguro que até uma criança consegue entrar nele em questão de minutos e alterar os resultados das eleições. 

Os EUA terão eleições minoritárias agora em novembro. 

A fragilidade dos sistemas roi revelada depois da suspeita de fraude no pleito de 2016, no qual Donald Trump foi eleito. 

O problema é que, hoje, cada estado pode ter seu próprio sistema, e alguns têm pouco orçamento para investir em segurança. No mês passado, o Congresso rejeitou a proposta de injetar US$ 380 milhões para melhoria desses sistemas. 


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Fonte: BBC | Imagem: Phil's Mommy / Shutterstock.com