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Pedófilo afirma ser o assassino de JonBenét, 22 anos depois do crime

Em dezembro de 1996, a população dos Estados Unidos ficou comovida com a morte da pequena JonBenét Ramsey, cujo corpo foi encontrado em sua casa em Boulder, no Colorado. 

As análises forenses determinaram que a menina havia sido espancada, estrangulada e, mais tarde, escondida sob uma manta com os pulsos presos e a boca tapada por uma fita adesiva.

Gary Oliva, um homem de 54 anos, suspeito do assassinato durante muito tempo, cumpre uma pena de 10 anos por pornografia infantil. Agora, uma reveladora série de cartas escritas pelo prisioneiro foram entregues à polícia de Boulder. Seu destinatário original é Michael Vail, ex-colega de escola de Oliva. 

Em uma das cartas, ele confessa o crime: “Nunca amei ninguém como amei JonBenét, mas a deixei escapar, quebrei sua cabeça e a vi morrer. Foi um acidente”. Uma carta mais recente diz: “Eu me declarei culpado pelo assassinato de JonBenét, assim como as inúmeras acusações de agressões e abusos sexuais contra muitas crianças”.

Durante 22 anos, Vail sempre suspeitou que Oliva estivesse envolvido no assassinato de JonBenét, e a confissão escrita nas cartas é prova suficiente para acusá-lo formalmente pelo assassinato. A porta-voz da polícia de Boulder, Laurie Ogden, disse que a polícia já está investigando as novas informações. 


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Fonte: vanguardia.com.mx | Imagens: vanguardia.com.mx / Shutterstock