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ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE

Sangue do Meu Sangue: amor mortal entre primos

Antônio Carlos Durval, o Toninho, cometeu um crime bárbaro contra a sua prima e companheira Rosângela Aparecida Gomes, morta com 51 facadas em Joinville (SC). Ambos viviam um relacionamento, e ele a matou quando descobriu que ela fazia programas em uma boate chique de Joinville. Em 2012, ele foi condenado a 19 anos de prisão pelo crime. Antes disso, Toninho já possuía uma mancha em seu passado: havia assassinado a facadas uma mulher casada com quem mantinha um relacionamento, em São Pedro (SP). Ele pegou seis anos de prisão, mas cumpriu apenas um atrás das grades. 

No passado, na cidade de Grandes Rios (PR), Toninho e Rosângela viveram um amor de adolescentes e nunca mais se viram. Eles se reencontraram 25 anos quando ele era noivo e se recuperava de um grave acidente de moto. A paixão ressurgiu. Toninho largou tudo e se mudou para Joinville com sua prima e companheira. 
 
Em Joinville, Toninho ficou sabendo qual era a verdadeira profissão de Rosângela. Foi o suficiente para matá-la brutalmente. Ele escreveu uma carta após o crime, justificando o que havia feito, mas, em nenhum momento, mostrou arrependimento pelo assassinato da mulher.


Rosângela era prima de Toninho e ambos viveram uma paixão de adolescência que ressurgiu quando se reecontraram após 25 anos. Ele era noivo e ela tinha um segredo...

 


Rosângela trabalhava em uma casa noturna em Joinville, onde dançava e fazia programas em uma boate de elite da cidade.

 


Rosângela sabia que Toninho possuía uma mancha no seu passado: havia assassinado a facadas uma mulher casada, que era sua amante, no interior de São Paulo.

 


Toninho, que se recuperava de um acidente de moto, largou até a noiva para ficar com Rosângela em Joinville.

 


Rosângela não havia contado para Toninho qual era a sua profissão, mas ela dizia a colegas que deixaria logo o trabalho e achava que nada aconteceria com ela.

 


Assim que soube do trabalho de Rosângela, Toninho assassinou brutalmente a mulher com 51 facadas.

 


Toninho escreveu uma carta após o crime, sem mostrar arrependimento pela morte.